terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Inerência.




Inerência.

Necessidade,
Escrever,
Reescrever.
Sobras,
Faíscas,
Ideias,
Pulsantes.
Rodeia
Permeia
Salteia
A Folha
Inerte.

De repente...........

As letras se equiparam.
Há um corpo no papel.
DNA.
Nasce a vida,
A Poesia
Vazia.
Massa bruta......

Vem o amor e
Dá um toque
De varinha.
As letras mudam de lugar,
Criam luz e
Avivam o poeta

Ele chora.

Aborta a canção.
A caneta segue suave,
Uma Lágrima.
Há uma mancha no papel.
Desfaz-se a vida.
A canção.
Há uma lembrança.
Um sorriso.
Silêncio, o poeta pensa..........

Escorrem as letras
Á margem branca.
É madrugada,
 Há luzes nas calçadas.
A xícara sobeja.
Silencio ..........,
Dorme o poeta.
Ana Cristina.

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